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Para especialista, cultuar o belo não é algo fútil ou supérfluo

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Cultuar a beleza parece ter se transformado no mantra da sociedade do espetáculo, nestes tempos de BBB e selfies compulsivamente compartilhadas em redes sociais. Trata-se de um culto considerado muitas vezes equivocado, vazio e fútil, associado invariavelmente à exposição de corpos artificialmente esculpidos por meio de mouses ou bisturis.

A verdadeira beleza, no entanto, segundo Lilian Graziano, doutora em Psicologia Positiva pela USP, está ligada a outras qualidades humanas, sendo capaz de causar entusiasmo pela vida e nos aproximar de nossa felicidade.

Na Psicologia Positiva, como nos explica Lilian, a apreciação da beleza é uma das 24 forças pessoais que se manifestam em cada indivíduo e que podem ser fortalecidas gradativamente. Derivadas  de  seis virtudes universais (sabedoria, coragem, humanidade, justiça, temperança e transcendência), essas forças podem melhorar o nível de bem-estar do indivíduo quando colocadas em prática, mostrando-se, no caso de suas 5 mais fortes, como aquilo que de melhor o ser humano tem a oferecer ao mundo. O apreço pelo belo, de acordo com a psicóloga, está ligado, por sua vez, à virtude da transcendência, a mesma da qual deriva a espiritualidade.

“Como bem sabe qualquer pessoa que já tenha se emocionado diante da beleza de uma paisagem, a experiência estética pode ser significativa e capaz de nos conectar a algo muito maior do que nós mesmos”, explica a especialista. “Podemos experimentá-la diante de uma obra de arte, ao ouvir uma sinfonia ou presenciar a excelência humana em toda a sua variedade.”

Para essas pessoas, a beleza também pode estar nas pequenas coisas – numa mesa bem posta, na escolha de roupas e pertences, na decoração da casa ou em outras tarefas ainda mais prosaicas do cotidiano, capazes de nos colocar em contato com nossa excelência e propiciar bem-estar.

“Se levarmos em conta a teoria darwiniana da beleza, vivenciá-la seria, ainda, uma das maneiras que a evolução tem de criar e manter o interesse e a fascinação que nos encorajam a tomar as decisões mais adaptativas para a sobrevivência de nossa espécie”, lembra, ainda, a psicóloga.

Paradoxalmente, podemos concluir que a mesma sociedade do espetáculo que elevou as editadas fotos e selfies, a níveis inimagináveis, vem destruindo o conceito de beleza, quase que na mesma velocidade com lança sofisticados aplicativos de edição de imagem no mercado. Precisamos resgatar o belo. Porque somente a beleza salvará o mundo.


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A arte de engajar equipes

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A j2 já participou de alguns projetos que se pretendiam colaborativos. Propiciavam, evidentemente, um ambiente criativo e repleto de excelentes expectativas, sobretudo porque possibilitavam à equipe um desenvolvimento profissional quase quântico: tantos especialistas envolvidos sempre traziam contribuições enriquecedoras diárias sobre diferentes maneiras de encontrar uma solução para qualquer demanda. A sensação era de que, com tanta gente boa, qualquer iniciativa seria um sucesso.

O fato é que, pouco tempo depois de se nomearem colaborativos, os projetos voltavam a ser ‘centralizados’, sob o risco de naufragarem. É que, apesar das ideias incríveis e inspiradoras, quase sempre elas deixavam de ir pra frente por pura falta de engajamento. Algo que não se restringe aos projetos colaborativos, diga-se. Várias empresas convencionais sofrem pelo mesmo motivo.

No livro “Start up Enxuta“, Eric Ries sugere um passo a passo para manter a equipe motivada.

1. Mapear todas as necessidades que serão contempladas pelo projeto: de prazos e materiais necessários e à disposição, custos para a sua realização até quem será responsável pela execução de cada etapa.

2. Definição dos trabalhos que já são feitos rotineiramente e economia feita com o trabalho colaborativo.

3. Convite aberto para participar do projeto, com especificações do que se pretende e sugestão de datas e prazos para execução.

4. Comunicação eficaz de cada etapa já executada, o que está em andamento, valorização dos participantes com faixas, nomes, fotos nas redes sociais, whatsapp para viralizar e envolvimento dos colaboradores nesta comunicação, para estimular outros a participarem.

5. Conversar com o grupo que trabalhou para ter feedback da ação: o que acharam da atividade, sugestão de melhorias e como engajar outras pessoas.

Evidentemente que há outras questões envolvidas e muitas outras alternativas de engajamento, certamente mais complexas. Mas é bom ter uma ideia dos primeiros passos.

O livro de Ries, aliás, é incrível, sobretudo por defender conceitos do lean manufacturing em empresas de qualquer porte e tipo – o que, até então, pareciam distantes demais da realidade, sobretudo de microempresas prestadoras de serviço. Mas isso será tema para outro post.


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Litoral norte é um dos cenários do projeto Amor Próprio

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Passar as férias em uma das praias paradisíacas do litoral norte de São Paulo e aproveitar para encontrar a própria essência, num ensaio fotográfico que pretende oferecer às mulheres um momento único de se olhar de dentro pra fora e se resgatar. Esse é o objetivo do projeto “Amor Próprio”, idealizado pela fotógrafa Roseane Moura, que também encabeça o Lente Materna – agência especializada em capturar as conexões de amor e de beleza cotidiana da maternidade.

A ideia surgiu depois que a fotógrafa teve acesso a uma pesquisa conduzida pelo instituto de pesquisa inglês StrategyOne, pela qual, das 6.400 mulheres entrevistadas, com idade entre 18 e 64 anos, de 20 países, incluindo o Brasil, apenas 4% se consideravam bonitas. “A cultura da beleza propagada pela mídia é cruel. Por isso, o ensaio “Amor Próprio” vem na contramão disso tudo”, enfatiza a fotógrafa. “A proposta não é sensualizar, embora já aconteceu de mulheres ficarem tão à vontade que se permitiram ser clicadas nuas, por exemplo. A intenção é mostrar que as mulheres são naturalmente belas e não precisam de nenhuma produção para se amarem e se descobrirem maravilhosas em sua essência.”

Além de fugir dos padrões de belezas impostos e mostrar a força feminina, contribuindo, assim, para a mudança de referências visuais, o ensaio “Amor Próprio” é realizado em cenários lindos e inspiradores. “Sou moradora de Ubatuba, então sei de cantinhos cuja natureza fazem toda a diferença na composição da foto. Os resultados têm sido incríveis, tanto que algumas fotos já foram, inclusive, expostas em alguns eventos.”

Roseane Moura também pode levar o “Amor Próprio” para São Paulo e Rio de Janeiro, cidades onde costuma atuar. “Honrar o corpo e a história que cada pessoa carrega é o propósito do ensaio. Mas o “Amor Próprio” tem sido muito mais que isso: ao se ver retratada, a mulher ganha um incentivo para o autocuidado e entende a importância de ter um tempo para si. Ao se perceberem belas e especiais, elas desabrocham. E percebem que podem conquistar muito mais da vida. É libertador”

Saiba mais:

Site:  https://amorproprioretratos.46graus.com

Facebook: https://www.facebook.com/amorproprioretratos

Instagram: https://www.instagram.com/ensaioamorproprio


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Alex Gasparetto explica como minimizar os riscos de um processo de expansão territorial no varejo

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Independente do segmento, formato e investimento envolvido, um processo de expansão de lojas nunca será simples e também não obedecerá jamais uma mera “fórmula” para o sucesso. Contudo, atentar-se para determinados fatores pode minimizar riscos, aumentar exponencialmente a possibilidade de assertividade durante os trabalhos e conquistar números impressionantes, mesmo em tempos em que a macroeconomia nacional não está favorável. Inclusive, a própria economia pode representar uma oportunidade para uma expansão ousada e definitiva. As características do negócio e os pontos de vendas pretendidos irão pautar as nossas ações.

O posicionamento estratégico no mercado em que se pretende entrar ou ampliar a participação, por exemplo, deve ser levado em consideração.  Para tanto, é preciso avaliar o comportamento do mercado, onde estão as oportunidades e se isso está claro para todos os envolvidos no processo.

As fachadas dos novos pontos de vendas irão gerar o primeiro impacto dos clientes para a nova marca ou loja. Mas seu tamanho e formato precisam estar diretamente relacionados com a sua localização. O novo empreendimento pode estar localizado em um Shopping Center, numa via expressa, em uma rua de bairro, esquina, galeria, ter a frente recuada, com ou sem estacionamento na frente. Pode ser uma loja de “passagem”, popular, de luxo, em rua de fluxo de pedestres gigantesco, ou de carros, enfim, tudo isso precisa ser analisado para que o ponto tenha o devido destaque e fique perfeitamente inserido no novo “ambiente”. Apesar disso, ainda há empresários que baseiam a localização do imóvel pelo valor da locação.

Outras perguntas que devem ser feitas: se o sentido da circulação de veículos é importante; se há uma parada de ônibus em frente ao ponto ou nas proximidades; se há uma estação de metrô por perto ou um terminal de ônibus; se há concorrentes no mesmo lado da caçada. Até a posição solar pode ser determinante para o sucesso do negócio e poucas pessoas levam isso em consideração.

O sortimento de produtos, categorias, exposição, apresentação, sinalização também são primordiais para o sucesso da loja: um estabelecimento na 25 de março, por exemplo, pode colocar pilhas de produtos nas portas e nos “pontos focais”. Mas num shopping isso nem é permitido! Se, por um lado, uma loja escura não é convidativa, onde deve estar o foco das luminárias: nos corredores, nas gôndolas, nos produtos ou no caixa? Os preços, as promoções, o visual merchandising vai depender da estrutura do ponto, de sua localização, de seu público-alvo, de possíveis sazonalidades ou características regionais ou locais, da logística.

Mas de nada adiantará trabalharmos à exaustão e com assertividade todos os fatores relatados anteriormente se houver falhas no atendimento! A equipe de vendas será sempre a força motriz dos resultados e pode até compensar alguns deslizes no planejamento. Mas não haverá nada que compense um atendimento abaixo das expectativas dos clientes. E aqui é preciso acertar na contratação, na ambientação, no perfil dos funcionários, no treinamento  – e tudo isso deve estar em sincronia com as características do ponto de vendas, que vai variar de cidade para cidade, estado e até mesmo entre bairros. O que nos remete a outro aspecto importante no sucesso da expansão no varejo: o pós-venda.

Alex Gasparetto foi gestor comercial durante 20 anos em grandes empresas como Lojas Colombo S/A, Ponto Frio, Grupo Pão de Açúcar, Mega Franquias e Rede Globo de Televisão. Atuou em todo o território nacional e na América Latina participando de expressivos processos de expansão, quando desenvolveu “cases” de sucesso nessa área. Foi convidado e passou dar aulas em universidades e palestras para grupos empresariais, inclusive no exterior, interessados em expandir seus negócios de maneira assertiva, minimizando a possibilidade de erros no planejamento e consequente retrabalho em larga escala.

Graduado em Ciências Econômicas pela UNISINOS-RS, com MBA em Gestão no Varejo (PROVAR) pela FIA-USP é Professional & Executive Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching-SP.


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Para Tacao Kageyama, imóvel na planta é excelente negócio

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Optar por imóveis na planta pode ser um excelente negócio, sobretudo para quem procura por condições de pagamento facilitadas. Essa é a opinião do engenheiro da Honduras, Tacao Kageyama. “Mesmo com reajustes de prestações, esse investimento pode representar uma economia de até 30% comparando-se ao valor do imóvel pronto”, diz.

Para quem procura imóveis em São Paulo, Roberto Bussab, também da Honduras, dá a dica: “procure por bairros com potencial de crescimento, com previsão de melhorias em infraestrutura e vinda de grandes empreendimentos, como shoppings. Desta forma, você estará garantindo a valorização do seu patrimônio”, diz.


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Tacao Kageyama diz que estoque das construtoras é positivo para investidores

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Mesmo num cenário de incertezas nos setores político e econômico, a estabilidade do mercado imobiliário deve se manter neste ano. “Com a retomada econômica e baixa dos juros, os preços podem voltar aos níveis anteriores”, informa o engenheiro Roberto Bussab, da Honduras.

Porém, segundo o engenheiro Tacao Kageyama, também da Honduras, os preços de casas e apartamentos tendem a ficar estáveis em 2017 devido ao estoque existente. “Ainda é grande o estoque de imóveis prontos nas construtoras. Motivo pelo qual os preços são atrativos para quem quer investir na compra da sua casa própria”, afirma. “Por isso, o momento é ideal para quem quer investir em imóveis.”

 


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É melhor comprar ou alugar um imóvel?

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Não dá para negar que um dos fatores decisivos entre alugar e comprar a casa própria é a questão financeira. A locação pode ser vantajosa para quem está saindo da casa dos pais, por exemplo, porque demanda um investimento inicial mais baixo. “Contudo, o inquilino depende do proprietário para praticamente tudo. Qualquer mudança, obra ou reforma, ainda que seja com o intuito de melhorar a unidade, só pode ser realizada com a expressa autorização do dono”, explica engenheiro Tacao Kageyama, da Honduras Engenharia e Construções.

Ao investir num imóvel, por sua vez, o que se faz é aumentar o próprio patrimônio. “Mesmo que você gaste um pouco mais nas prestações de um financiamento, comprar um imóvel é garantir maior segurança para o futuro da família”, informa Kageyama. “Em caso de uma eventual necessidade, é possível locar o imóvel, tendo a possibilidade de receber uma renda passiva extra todos os meses.”

Outro fato decisivo entre alugar ou comprar a casa própria é a possibilidade de personalizar o próprio espaço. “Sendo o proprietário, você não precisa pedir autorização para reformar e decorar o imóvel, desde que o projeto e a estrutura comportem essas mudanças”, afirma o engenheiro Roberto Bussab, também da Honduras. “Você pode, por exemplo, investir em uma cozinha americana ou decidir fazer uma suíte máster.”

Venha conhecer os empreendimentos da Honduras Engenharia e Construções e invista no que é melhor para você e sua família!


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Uirá Martins mostrará as suas telas na Longboarding Experience, em Ubatuba

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O artista plástico e muralista Uirá Martins, morador de Ubatuba e quem assina as artes do Circuito Municipal Ubatuba Pro Surf nos últimos anos, irá mostrar suas telas e promoverá algumas intervenções na segunda edição do “Longboarding Experience: do clássico ao progressivo“, um encontro em que o longboarder Jaime Viúdes reúne em palestras, workshops, clínicas e sessões de surf alguns dos maiores nomes dos pranchões. O evento acontece no Hotel Porto do Eixo, localizado na praia do Sapê (Rodovia Caraguá-Ubatuba Km 76), nos dias 27 e 28 de maio, e contará com a presença do bicampeão mundial Phil Rajzman, além de Neco Carbone, Thiago Mariano, Marcelo Carbone e Felipe Siebert.

Surfista inveterado, Uirá Martins possui um estilo exclusivo e autêntico de pintar, com características do pop art e do street art. “Durante o evento, a galera poderá conhecer meu estilo de trabalho, que destaca personagens, cores e formas que remetem à minha própria história em Ubatuba”, conta. “O Longboarding Experience é uma oportunidade incrível para conhecer um pouco mais sobre o lifestyle dos longboarders e aprender algumas manobras com os mais criativos surfistas do mundo. Vou aproveitar para pegar uma onda com meus ídolos e amigos de surf, entre eles o veterano Mixirica, que é meu pai.”

Serviço:

Longborarding Experience

Hotel Porto do Eixo (Rodovia Caraguá-Ubatuba Km 76 – praia do Sapê)

Dias 27 e 28 de maio

Informações/inscrições: [email protected]


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Show Libélula, da cantora Ieda Terra, segue em turnê por São Paulo

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A voz suave de Ieda Terra embala as letras das músicas que remetem à natureza e aos costumes dos antepassados no intimista show “Libélula”, que segue em turnê por seis cidades de São Paulo, e traz direção musical do renomado músico e arranjador Ricardo Matsuda. Produzida pela Paraquedas Produções, a turnê é uma realização do governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura a partir do Programa de Ação Cultural (ProAC – Editais). Nesta quinta-feira, a cantora e banda se apresentam no Espaço Gaia, em Bauru, às 20h30. Na sexta, também às 20h30, o show será no SESC São José dos Campos.

O repertório é inspirado no álbum autoral independente e homônimo, lançado em 2015, da própria cantora, mas também inclui algumas de suas canções de estilo pop que dialogam de maneira suave e instigante com a música caipira e folclórica que fazem parte da essência da cantora.

“Eu nasci e cresci no interior de São Paulo, numa cidade chamada São Miguel Arcanjo. Por isso, o show traz um olhar todo particular sobre o meu local de origem, e a sua valorização, que se revelam nos instrumentos típicos da música caipira e folclórica”, explica Ieda Terra. “A viola caipira faz uma referência aos antigos trovadores portugueses; o violoncelo remete erudição à música popular; a percussão é uma homenagem à musicalidade latina; e a doçura da flauta transversal cria um ambiente sonoro particular, que tem tudo a ver com as canções.”

O show também faz um apelo significativo sobre a importância de se preservar a natureza e os costumes dos nossos antepassados. Além de Ieda Terra, o espetáculo conta com os arranjos e instrumentação de Moreno Overá (viola caipira e charango), Rick Solar (violão e teclado), Rafael Gandolfo Scherk (violoncelo e rabeca), Gisele Pilz (flauta transversal) e Jonathan Andreoli (percussão).

Especificações técnicas

Duração do show: aproximadamente 1 hora e 15 minutos.

Participantes: Ieda Terra (vocal), Moreno Overá (viola caipira e charango), Rick Solar (violão e teclado), Rafael Gandolfo Scherk (violoncelo e rabeca), Gisele Pilz (flauta transversal) e Jonathan Andreoli (percussão).

Conheça Ieda Terra:

Cantora e compositora, natural de São Miguel Arcanjo, interior de São Paulo, formou-se em Filosofia pela Universidade Estadual de Londrina- PR, onde acompanhou o circuito musical universitário participando de festivais como o Festival de Música de Maringá e de Londrina-PR. Na cidade de Ubatuba-SP, onde reside, integrou diversas bandas, tocando em festividades da região. Integra a banda “Os Cascudos”, do Projeto Tamar de Ubatuba, desde 2009, realizando aberturas para importantes nomes da música brasileira, tais como Milton Nascimento, Lenine, Gabriel o Pensador, Barbatuques. Ieda também foi cantora convidada para participar do espetáculo “Elas cantam Jobim” no teatro Mário Covas no ano de 2014, com a regência do maestro Bartolomeu Vaz Mendes, em Caraguatatuba.

Buscou o seu aprimoramento musical com a professora de canto Cecília Valentim (que estudou com Koellreuter), e formou-se no curso de canto “Arte do Ser Cantante” em São Paulo no ano de 2015. Estudou com Marcelo Petraglia (difusor da Antropomúsica), Ivan Vilela (professor de viola caipira da USP), Ricardo Matsuda (professor de violão), Fernando Barba (Barbatuques).

 


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Engenheiros da Honduras dão dicas sobre como estimar o valor de num imóvel

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Você sabia que o valor de um imóvel pode variar de R$ 6 mil a R$ 8 mil o metro quadrado numa mesma rua? Isso acontece porque o valor está atrelado a fatores diversos, como o andar do apartamento e o horário em que o sol bate na janela. “Andares mais altos, por exemplo, costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles são mais ensolarados”, explica o engenheiro da construtora Honduras, Roberto Bussab. “Por isso, a precificação dos imóveis deve ser feita por quem entende do assunto”, informa.

Segundo o engenheiro Tacao Kageyama, também da Honduras, uma alternativa para quem quer ter uma referência antes de conversar com o corretor de imóveis é verificar os preços por similaridade. “O ideal é verificar entre oito e dez ofertas para montar uma estimativa, levando em consideração sempre ofertas de apartamentos do mesmo tamanho em edifícios com idade semelhante e padrão arquitetônico parecido.”

 


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