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A arte de engajar equipes

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A j2 já participou de alguns projetos que se pretendiam colaborativos. Propiciavam, evidentemente, um ambiente criativo e repleto de excelentes expectativas, sobretudo porque possibilitavam à equipe um desenvolvimento profissional quase quântico: tantos especialistas envolvidos sempre traziam contribuições enriquecedoras diárias sobre diferentes maneiras de encontrar uma solução para qualquer demanda. A sensação era de que, com tanta gente boa, qualquer iniciativa seria um sucesso.

O fato é que, pouco tempo depois de se nomearem colaborativos, os projetos voltavam a ser ‘centralizados’, sob o risco de naufragarem. É que, apesar das ideias incríveis e inspiradoras, quase sempre elas deixavam de ir pra frente por pura falta de engajamento. Algo que não se restringe aos projetos colaborativos, diga-se. Várias empresas convencionais sofrem pelo mesmo motivo.

No livro “Start up Enxuta“, Eric Ries sugere um passo a passo para manter a equipe motivada.

1. Mapear todas as necessidades que serão contempladas pelo projeto: de prazos e materiais necessários e à disposição, custos para a sua realização até quem será responsável pela execução de cada etapa.

2. Definição dos trabalhos que já são feitos rotineiramente e economia feita com o trabalho colaborativo.

3. Convite aberto para participar do projeto, com especificações do que se pretende e sugestão de datas e prazos para execução.

4. Comunicação eficaz de cada etapa já executada, o que está em andamento, valorização dos participantes com faixas, nomes, fotos nas redes sociais, whatsapp para viralizar e envolvimento dos colaboradores nesta comunicação, para estimular outros a participarem.

5. Conversar com o grupo que trabalhou para ter feedback da ação: o que acharam da atividade, sugestão de melhorias e como engajar outras pessoas.

Evidentemente que há outras questões envolvidas e muitas outras alternativas de engajamento, certamente mais complexas. Mas é bom ter uma ideia dos primeiros passos.

O livro de Ries, aliás, é incrível, sobretudo por defender conceitos do lean manufacturing em empresas de qualquer porte e tipo – o que, até então, pareciam distantes demais da realidade, sobretudo de microempresas prestadoras de serviço. Mas isso será tema para outro post.


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